Universalização da pré-escola amplia foco no monitoramento da Educação Infantil, aponta QEdu
Por Mirella Araújo
Embora a Educação Infantil no Brasil tenha avançado significativamente no acesso, especialmente na pré-escola, que é uma etapa obrigatória por lei, esse progresso exige monitoramento contínuo, já que não se traduz automaticamente em qualidade na oferta. Embora a Educação Infantil no Brasil tenha avançado significativamente no acesso, especialmente na pré-escola, que é uma etapa obrigatória por lei, esse progresso exige monitoramento contínuo, já que não se traduz automaticamente em qualidade na oferta.
Atualmente, cerca de 16% dos municípios brasileiros (876 cidades) têm menos de 90% das crianças de 4 a 5 anos frequentando a pré-escola. Já o atendimento para crianças de 0 a 3 anos segue ainda mais limitado, com 81% dos municípios registrando taxas inferiores a 60% de crianças nessa faixa etária em creche. Os dados fazem parte do novo indicador de atendimento escolar em nível municipal, disponível para consulta pública no portal QEdu a partir desta quarta-feira (29).
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A plataforma foi desenvolvida pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), a partir de uma parceria com a Fundação Bracell, a Fundação Itaú, a Fundação VélezReyes+, a Fundação Van Leer e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
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