Consideramos que há quatro aspectos fundamentais para a realização de boas pesquisas em Educação: atenção ao contexto educacional, aplicabilidade, rigor metodológico e boa comunicação com o público alvo. Nesta página, reunimos todos os nossos estudos, organizando-os por temáticas.

CLIQUE E SAIBA MAIS +

Esta página traz livretos, análises e artigos sobre o desempenho dos estudantes brasileiros no Saeb, no Ideb, no Pisa e no Pirls, além de dados do Indicador de Permanência Escolar, criado pelo Iede para mensurar o total de crianças e jovens que abandonam a escola sem ter concluído a Educação Básica.

CLIQUE E SAIBA MAIS +
PT
Contribuições ao Debate - Folha de S. Paulo 02/03/2026

Folha de S.Paulo: Dados do MEC com queda de matrículas geram questionamentos de SP e de especialistas

Censo Escolar apontou redução no ensino médio das escolas paulistas; gestão Tarcísio cita correção para evitar contagem duplicada. Analistas pedem transparência de órgão federal sobre dados que baseiam distribuição de recursos
Isabela Palhares
Paulo Saldaña
.
São Paulo e Brasília A redução de quase meio milhão de matrículas nas escolas estaduais de São Paulo causou uma divergência entre os governos Lula (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), que chegou a pedir uma reanálise dos dados do Censo Escolar 2025. Estudiosos questionam variação atípica.

Realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), ligado ao Ministério da Educação, o Censo Escolar 2025 apontou que São Paulo registrou a maior queda de matrículas no ensino médio no ano passado. O recuo foi 2,5 vezes maior do que o registrado na média das redes estaduais de todo o país.

 

Segundo os dados, a rede estadual paulista teve uma queda de 17% nas matrículas. Assim, o estado passou de 1.514.428, em 2024, para 1.257.489 matrículas no ano passado. Uma perda de 256.939 apenas no ensino médio.

(…)

 

Ernesto Faria, do Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional), considera haver um problema muito grave caso as matrículas de ensino médio tenham sido contabilizadas de forma duplicada pelo Inep.

 

“A escala do erro também é muito grave, porque em 2024 se sugeriu a existência de centenas de milhares de alunos a mais. Sendo o erro do Inep ou do Governo de São Paulo, é preciso que se prestem contas.”

 

Leia a reportagem completa no jornal Folha de S.Paulo.