Consideramos que há quatro aspectos fundamentais para a realização de boas pesquisas em Educação: atenção ao contexto educacional, aplicabilidade, rigor metodológico e boa comunicação com o público alvo. Nesta página, reunimos todos os nossos estudos, organizando-os por temáticas.

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Esta página traz livretos, análises e artigos sobre o desempenho dos estudantes brasileiros no Saeb, no Ideb, no Pisa e no Pirls, além de dados do Indicador de Permanência Escolar, criado pelo Iede para mensurar o total de crianças e jovens que abandonam a escola sem ter concluído a Educação Básica.

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Contribuições ao Debate - Estadão 27/02/2026

Estadão: Brasil tem menor nº de alunos em ensino médio em uma década, mas cresce na educação integral

Dados do Censo Escolar do MEC indicam que a queda teve forte influência de SP; governo Lula aponta mudança demográfica e avanço na aprovação de estudantes
Por Renata Cafardo e Paula Ferreira – 26/02/2026

BRASÍLIA E SÃO PAULO – O número de alunos no ensino médio no País caiu 5,3% de 2024 para 2025 e registrou a menor quantidade de matrículas em uma década. A queda foi puxada pelas escolas públicas; a rede privada cresceu 0,6% no mesmo período. O retrato faz parte do Censo Escolar, divulgado nesta quinta-feira, 26, pelo Ministério da Educação (MEC).

Há forte influência do Estado de São Paulo na diminuição. Dos 425 mil alunos a menos no ensino médio público brasileiro, 259 mil (60%) são de escolas paulistas. Mesmo sendo o Estado mais populoso, São Paulo tem o equivalente a 20% dos estudantes dessa etapa no País.

(…)

Para o diretor-fundador do Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), Ernesto Faria, é preciso entender melhor essa queda no número de alunos do ensino médio porque ela não pode ser justificada apenas pela maior aprovação.

 

“Parece haver uma perda de matrículas importante, uma soma de evasão e abandono. No Estado de São Paulo, especialmente, a queda é muito grande. É essencial haver mais esclarecimentos do Inep e dos Estados sobre esses dados”, diz. Em São Paulo, foram quase 200 mil alunos a menos na faixa etária de 15 a 17 anos.

Leia a reportagem completa no Estadão.